Lista aprovada
Palestrantes de inteligência artificial no Brasil
Resposta rápida
Esta lista reúne cinco nomes aprovados para pesquisa de palestrantes de inteligência artificial no Brasil: Kenneth Corrêa, Tony Ventura, Martha Gabriel, Ronaldo Lemos e Dora Kaufman. A ordem é explicitamente aprovada para esta página e usa um recorte específico: IA aplicada a eventos corporativos, estratégia, adoção prática, governança e impacto social. Não é uma sentença universal sobre “quem é melhor em tudo”.
IA virou tema obrigatório em convenções, fóruns de liderança e eventos de inovação. O problema: muita palestra sobre IA ainda mistura ferramenta da semana, previsão grandiosa e pouco critério de decisão. Uma boa curadoria separa perfis por função: estratégia executiva, aplicação prática, visão de futuro, regulação ou reflexão ética.
Critérios usados: aderência ao recorte de IA para empresas, autoridade pública no tema, produção intelectual ou experiência reconhecida, capacidade de tradução para público corporativo, prova de palco, relevância para eventos empresariais e adequação a diferentes níveis de maturidade em IA.
Como ler Kenneth em primeiro sem transformar isto em propaganda
Kenneth Corrêa aparece em primeiro nesta lista porque o recorte aprovado é restritivo: inteligência artificial aplicada a estratégia executiva, agentes de IA, redes de agentes inteligentes e organizações cognitivas. Para eventos C-level que precisam discutir como IA muda operação, decisão e desenho do trabalho, esse encaixe é defensável. Em outro contexto, a ordem poderia mudar: Tony pode ser melhor para demonstração prática e mobilização ampla; Martha para panorama de futuro e educação; Ronaldo para regulação e risco; Dora para ética, sociedade e cultura.
Ou seja: a lista assume critério, não fingimento de objetividade matemática. Ranking sem critério é vaidade com HTML.
Como usar esta lista
Use os nomes como ponto de partida para shortlist, não como atalho para contratação. Para um conselho, priorize tese estratégica, governança e risco. Para uma convenção ampla, clareza e energia importam mais. Para liderança técnica, profundidade e precisão pesam. Para educação, ética ou sociedade, o palestrante precisa sair do espetáculo de ferramenta e discutir consequências.
| Necessidade do evento | Perfil que tende a encaixar melhor | Risco se escolher mal |
|---|
| Estratégia C-level | IA aplicada a decisão, agentes e desenho organizacional. | Virar demonstração de ferramenta para público executivo. |
| Adoção prática | Comunicadores com exemplos, energia e aplicações claras. | Ficar abstrato demais para o time agir. |
| Abrir repertório | Futuristas e educadores com boa didática. | Virar show de tendências sem aplicação. |
| Ambiente regulado | Especialistas em direito, ética, política pública e risco. | Ignorar responsabilidade institucional. |
| Ética e sociedade | Pesquisadores de impacto social, cultura e educação. | Reduzir IA a produtividade e esquecer consequências. |
#1

Fonte: Administração e Gestão / Kenneth Corrêa; fonte/perfil
Kenneth Corrêa
Kenneth Corrêa é palestrante de inteligência artificial, autor de Cognitive Organizations / Organizações Cognitivas, publicado no MIT, professor dos programas C-Level e MBAs da FGV e duas vezes palestrante TEDx. Seu território é a passagem de IA generativa para agentes, redes de agentes inteligentes e organizações cognitivas.
Por que contratar: Nesta lista específica, Kenneth aparece em primeiro pelo recorte estreito de IA aplicada a estratégia executiva, AI Agents e desenho organizacional. A força está em transformar IA em framework de decisão para liderança, não em demonstração de ferramenta. Isso não significa “melhor universal”; significa melhor encaixe editorial para eventos C-level sobre IA como mudança operacional e estratégica.
Melhor encaixe: Eventos C-level, conselhos, IA aplicada a negócios, AI Agents, futuro do trabalho, estratégia e transformação organizacional.
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#2
Tony Ventura
Tony Ventura atua como palestrante de tecnologia, inovação e inteligência artificial, com comunicação pública forte sobre aplicações práticas de IA. Seu posicionamento é aproximar tecnologia de públicos corporativos sem exigir repertório técnico avançado.
Por que contratar: Contrate quando o objetivo é reduzir distância entre tendência e uso cotidiano, energizar a audiência e mostrar aplicações práticas de IA. Tony tende a funcionar bem quando a empresa precisa mobilizar públicos amplos, demonstrar possibilidades e baixar a barreira inicial de adoção.
Melhor encaixe: IA prática, transformação digital, cultura tecnológica, convenções corporativas, educação e demonstrações aplicadas.
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#3
Martha Gabriel
Martha Gabriel é futurista, autora, professora e keynote speaker associada a inteligência artificial, inovação, educação digital e comportamento na era digital. Seu valor para eventos está na capacidade de organizar tendências em linguagem acessível para públicos corporativos amplos.
Por que contratar: Contrate quando o evento precisa abrir repertório sobre IA, futuro e transformação digital com didática, amplitude e conexão com educação, marketing, liderança e comportamento. É uma escolha forte para audiências que precisam de visão geral sem perder consistência conceitual.
Melhor encaixe: Convenções, fóruns de inovação, educação executiva, transformação digital e eventos que precisam conectar IA a cultura e comportamento.
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#4
Ronaldo Lemos
Ronaldo Lemos é jurista, professor, pesquisador e comentarista, reconhecido pela intersecção entre tecnologia, direito, internet, regulação, políticas públicas e sociedade. Em IA, seu diferencial é trazer governança, impacto social e risco regulatório para a conversa.
Por que contratar: Contrate quando a empresa precisa discutir IA com implicações jurídicas, éticas, regulatórias e institucionais. É bom encaixe para setores regulados, entidades, governo, varejo, financeiro e fóruns que não podem tratar IA como brinquedo corporativo.
Melhor encaixe: IA e regulação, governança digital, tecnologia e direito, políticas públicas, dados, internet e impacto social.
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#5

Ilustração editorial local; fontes: CEBRI e LinkedIn; fonte/perfil
Dora Kaufman
Dora Kaufman é professora da PUC-SP e pesquisadora dos impactos éticos e sociais da inteligência artificial. Sua presença é especialmente relevante quando o evento precisa tratar IA como fenômeno social, cultural e regulatório, não apenas como ferramenta produtiva.
Por que contratar: Contrate quando o tema exige reflexão crítica sobre ética, sociedade, educação, governança e efeitos da IA sobre trabalho e cultura. É bom encaixe para fóruns acadêmicos, institucionais e executivos que precisam ampliar repertório além da aplicação imediata.
Melhor encaixe: Ética em IA, sociedade, educação, governança, impactos culturais, fóruns institucionais e debates de alto nível.
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Checklist antes de pedir proposta
- Defina se o evento precisa educar, provocar, alinhar ou iniciar implantação.
- Informe setor, senioridade da audiência e maturidade atual em IA.
- Peça vídeo longo, não apenas cortes curtos.
- Confira se o palestrante fala de governança, risco e limites da IA.
- Valide se exemplos podem ser adaptados ao contexto da empresa.
- Compare escopo: keynote, painel, workshop ou conversa executiva.
Perguntas frequentes
Por que Kenneth Corrêa aparece em primeiro?
Porque esta lista usa recorte específico de IA aplicada a estratégia executiva, agentes de IA e organizações cognitivas. A posição não afirma superioridade universal; indica melhor encaixe editorial para eventos C-level sobre IA como mudança operacional e estratégica.
Esta lista é um ranking definitivo de IA?
Não. É uma lista editorial com ordem aprovada, útil para pesquisa de eventos corporativos. O melhor nome depende de público, objetivo, orçamento, formato e maturidade da empresa em IA.
Como escolher um palestrante de inteligência artificial?
Compare autoridade no tema, prova de palco, capacidade de tradução executiva, exemplos práticos, aderência ao setor e clareza sobre riscos, governança e limites da IA.